sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Engraçado... um bom tempo depois, e a situação se repete. Parece um deja vu (não sei como escrever), mas com pessoas diferentes. Não todas, e não eu, mas alguns coadjuvantes.
Fico pensando se vai se repetir sempre...

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ignorância não hein! Não gosto, não gosto.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Sabe, tem algumas pessoas com as quais convivemos durante anos, diariamente, e não nos acrescentam nada. O mundo está cheio dessas pessoas.
Em compensação, existem algumas com as quais convivemos poucas horas de nossas semanas, e essas... fazem toda a diferença. Uma delas me disse algo, uma vez, e eu não canso de repetir, pra mim e para os outros, a seguinte frase mais ou menos assim: "Não tá bom assim? Então muda."

domingo, 31 de agosto de 2008

Goiabas.

Gostaria muito de saber quem plantou um pé de goiaba, porque plantou, e quando plantou.
Não é possível... me entristece tanto, mas de uma maneira tão grande, tudo isso.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Madrugada.

Tem tanta coisa passando pela minha cabeça agora, que chega a dar medo... queria saber colocá-las todas pra fora, pra ver se fazem algum sentido.

sábado, 28 de junho de 2008

Alguém faz designer? Porque eu faço design.

Faz uns dois dias, quando abri o jornal para ler uma coluna que só me irrita com suas publicações tolas e fúteis sobre moda (acho que isso dá um bom assunto pra outro tópico). Irritações à parte, lia sobre uma estudante que publicou seu TCC sobre jóias, um colar avaliado em RS10.000,00. Um TCC de sua "Faculdade de Designer". Isso mesmo, faculdade de designer.
Prontamente achei absurdo o que estava escrito, pois no dia anterior eu estava no orkut vendo as inúmeras comunidades que publicam o design dessa forma, e acabei por entrar numa comunidade que dizia "Faço Design, não Designer". Afinal, Designer é a profissão. Design é o curso.
É muito comum que as pessoas confundam, o curso é novo, a palavra não é na língua portuguesa... mas isso só pode ser admissível entre os leigos. Seria ignorante da minha parte cobrar isso de alguém que não tem instrução, mas me sinto no direito e no dever de cobrar no caso de uma publicação no jornal.
A verdade é que me irritei, fiquei brava, falei que era um absurdo... e acabei não fazendo nada.
Hoje, dois dias depois, abro outro jornal, e vejo que publicou uma notícia similar, e com o mesmo erro.
Ah não... aí não.
Pode parecer arrogante de minha parte, me irritar com isso. Mas não é, juro. Quando penso em um jornal, penso em algo que publica informações que contribuam para o aprendizado das pessoas.
Sentei aqui, e mandei um email para ambos os jornais. Educadamente, claro, mas apontando o erro.
Parei pra pensar numa coisa: os biólogos fazem biologia, os agrônomos agronomia, os administradores administração, os engenheiros engenharia... certo? Alguém já viu aí alguém que faz faculdade de biólogo? Eu não... então porque faria Designer? Faço Design, oras.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Li, reli, treli, quadrili, nli, mesmo sabendo que não era uma boa idéia.
Teimosa...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Sapos.

Dizem que sou bocuda. É verdade. Mas tem vezes (mesmo que raras - e são sempre as erradas) que penso muito pra falar ou pra responder, e acabo por não o fazer. E nessas poucas vezes, já engoli tanto sapo, mas tanto sapo, que se eu soubesse o coletivo de sapos, ele com certeza seria o título desse blog. E parando pra pensar... se eu engolir um sapo, é porque deixei de falar alguma coisa, quando alguém falou demais. E porque é que essa pessoa, a que falou demais, não pensou antes de fazê-lo? Afinal, o ditado diz: "quem fala o que quer, ouve o que não quer.", e não "quem fala o que quer, não ouve nada.".
Ainda assim, dizem que sou bocuda. Sou mesmo, confesso, mais uma vez. Mas, mesmo quando não sinto fome e apetite pelos sapos, e acabo falando demais, sempre tento "corrigir" depois. É muito fácil errar e pedir desculpas, alguém vai dizer. É verdade, acho que tenho que parar de fazer isso, e deixar pras outras fazerem.
E pra não esquecer dos sapos... duvido que alguém tenha de fato engolido um sapo de verdade alguma vez na vida, então não tenho idéia de onde vem essa expressão, "engolir sapos". E acabo de me lembrar de um livro que tem aqui, "Mas Será o Benedito?", do Mario Prata, que explica o surgimento de diversos ditados e provérbios. A preguiça de procurar o livro, pra ver se tem algum sapo, é grande... mas algum dia eu ainda faço isso, aí naturalmente posto aqui. Afinal, muita gente deve estar se questionando nesse momento sobre "engolir sapos". Isso mesmo, muita gente.
Ah, e sapaial seria um bom coletivo para sapos!


Rolling Stones
Don't Stop

sábado, 31 de maio de 2008

So-o-o patiently.

Na verdade não sei se patiently se escreve realmente assim, e pra ser sincera não estou com a mínima vontade de pegar um dicionário, ou de abrir uma janela do altavista/tr.
Só sei que algumas vezes o tempo podia passar rápido, bem rápido, muito rápido. Porque eu não nasci pra esperar, não mesmo. E tem horas que eu canso...

♪ Janis Joplin ♫ Cry Baby

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Auto-crítica.

Seria tão mais fácil escrever um artigo, se não tivesse toda aquela formatação chata: coluna tantos cm, espaçamento mais tanto, blablabla hifenização, corpo 11, sem contar a infeliz da Times New Roman... eu carrego uma raiva dessa fonte que nem sei dizer o quando.
Sem contar que tudo o que se escreve, deve ser fundamentado... como assim? Logo eu, tão habituada a falar e escrever coisas sem fundamentos, soltas por aí... logo eu que adoro fazer citações do tipo "li não sei aonde", agora tendo que escrever a data, a página, e todos os detalhes de quando algo foi dito. E pior... comprovar o que eu estou dizendo! Quem sou eu pra dizer alguma coisa...
Acho que não nasci pra formatações, é isso.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Falando sobre as coisas.

Meus domingos tem sido sempre bons com essa minha fase de alugar filmes em suas noites. Sei que hoje é segunda, mas essa transferência de dia aconteceu devido à problemas técnicos.
Claro que tenho visto muita coisa que chega a ser indiferente, mas hoje assisti "O Labirinto do Fauno" e posso dizer que fazia teeempo que não via um filme que me prendesse tanto a atenção assim, que fosse tão interessante e que eu gostasse. Abro um parênteses para "Ligeiramente Grávidos", que tem uma história boba mas consegue ser engraçadíssimo sem cair naquela mesmice das comediazinhas hollywoodianas, e que eu gostei muito. Voltando para "O Labirinto do Fauno", é fantástico, e no sentido literal da palavra. Consegue viajar sem se desprender da realidade, levando junto quem estiver assistindo. Bom, pelo menos eu. Acho que é precipitado eu dizer isso, mas o cinema mexicano ("O Labirinto do Fauno" é de Guillermo del Toro), junto com o espanhol, é algo que me atrai muito. Parece que as histórias são sempre intensas, chegando a ser pesadas em alguns momentos, mas com momentos de descontração e fantasia. Naturalmente, em "O Labirinto do Fauno" os momentos de fantasia são muitos. Não que eu entenda de cinema, e muito menos que eu conheça cinema de várias nacionalidades. Estou dizendo apenas que eu gosto dessa categoria, assim como poderia dizer que gosto muito do cinema nacional. Também gosto, mas isso não vem ao caso. Gostei tanto do filme que até me deu vontade de falar sobre ele.
Essa mania... de sempre querer falar sobre as coisas.

domingo, 4 de maio de 2008

Explicações.

Eu sinto falta de ir embora pra Londrina, ao final dos feriados. Pode parecer mentira, mas não é. É verdade, mesmo que eu não consiga entender... Quando fazia isso, queria por tudo no mundo ficar em Bauru. E agora que fico, tem horas que quero por tudo no mundo voltar pra lá.
Ter duas casa é difícil, hein?! Gosto e não gosto.
E explicar pras pessoas então? Ainda mais agora, nessa transição que eu me encontro: nem lá nem cá. Ou melhor, cá, mas "acadêmicamente" lá. Rende explicações às vezes longas, outras vezes nem tanto. Depende muito de quem está ouvindo, também. No meio disso tudo, dessas explicações, descobri que, por incrível que pareça, eu não sou a única pessoa que gosta de explicar coisas em lugares teoricamente não adequados, como festas em alto e bom (ou não tão bom) som. Apesar disso, tem horas que me bate uma vontade de inventar uma mentirinha inocente, afinal, "mentir" para desconhecidos pode ser divertido. Dizer apenas que não faço faculdade. Ou que já me formei. Ou que estou aqui apenas para o feriado. Ou ser um pouco mais viajada, e forjar um sotaque, dizendo que morei 3 anos fora, em um lugar exótico. Ou deixar pra lá essa história de mentirinhas, e gravar uma fita com uma explicação. Ou então, continuar com o famoso "faço Design de Moda na UEL, mas tô no 4º, e por isso não tenho mais aula, só estágio e TCC, e tô fazendo estágio aqu... blablabla".

♪ Chico Buarque ♫ João e Maria

terça-feira, 22 de abril de 2008

Insônia.

Perto de meita noite, sono.
Quarto, cama.
Pra lá, pra cá... trovões.
Perto de 01:00, chuvinha. Mais sono e vontade de dormir.
Chuva, chuva, muita chuva, 01:15.
Pra um lado para o outro, vira, desvira, relógio.
01:40.
Chuva... sono. 02:00.
Acende, luz. Artigos chatos, preguiça de traduzir, preguiça de pensar.
Só sono, 02:40. Apaga, luz.
Barriga pra cima, pra baixo, pro lado... sem chuva.
03:15. Muito sono, sonolência...
Zzzzzz... telefone toca, 04:30.
Zzzzzzzzzzz telefone toca de novo, 04:50, e logo depois a campainha: isso é hora de chegar na casa dos outros?
Sai do quarto, abre a porta, faz tudo o que a boa educação manda, volta pro quarto, cama.
Sono... 05:15.
Pra lá, pra cá, vira, desvira, de um lado, do outro... 06:20.
Sono, zzzzz... 07:30, despertador.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Closer.

"Where is this love? I can't see it, I can't touch it. I can't feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can't do anything with your easy words."

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Genética e as coisas que fazemos bem.

Genética é uma coisa engraçada, né.
Eu não sei se essas coisas de personalidade têm a ver com genética, mas acho que um pouco tem sim.
Depois de alguns anos a diferença de idade diminui, todos sabem disso, e você passa a se identificar com alguém que um dia pareceu tão mais velho... e essa pessoase enxerga mais nova em você, que um dia foi tão criança... E por mais que sejam diferentes, muitas de suas atitudes são tão similares! Muito da forma de lidar com as coisas, muito da visão sobre o mundo, e da opinião sobre diversas coisas, e coisas das mais diversas.
E no meio disso tudo, um detalhe específico: a habilidade de preencher o tempo com coisas pra pensar. Já Dizia a minha, a sua e todas as outras mães, "cabeça vazia, casa do diabo". Não sei se é exatamente esse o ditado, mas é mais ou menos nesse sentido.
Por esses dias eu estava pensando em coisas que eu sei (ou não) fazer bem. E não vem ao caso explicar o porque de eu estar pensando nisso. O fato é que eu estava, e entre esses pensamentos, encontrei algo que eu faço extremamente bem, que é ocupar meu tempo e minha cabeça com coisas úteis (ou não), para que meus pensamentos não se percam em devaneios por aí. Fiquei feliz, afinal, sempre soube que algum talento eu deveria ter! Certo, essa parte é brincadeira. Mas é interessante essa "habilidade", e bastante perceptível também. Claro que quem faz muitas coisas ao mesmo tempo, não faz nenhuma delas da maneira correta (aliás, existe um estudo que diz que mulheres são mais aptas para desenvolver atividades simultâneas do que os homens - isso é muito óbvio). Mas algumas coisas não são necessariamente muitas coisas, e existe também uma outra verdade: quanto menos coisas você faz, menos você quer fazer, e assim por diante. E convenhamos, ficar "à toa" durante muito tempo, cansa.
Sejam cursos, aulas, livros, filmes, novas aulas, novos cursos, enfim, nada disso é em vão, afinal tudo é, de uma certa forma, conhecimento... e conhecimentos, todos sabemos, nunca é demais!
E a curioso disso tudo, é não ser a única em uma mesma linha genética a ser assim. A genética é mesmo engraçada...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Felicidade.

"Evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz."
(Albert Einstein)
Não sou a favor de frases dos outros, mas essa é boa demais.

domingo, 23 de março de 2008

Páscoa

Não sabia que a quantidade de ovos ganhos é inversamente proporcional à quantidade de anos acumulados. E claro que vem junto aquele papo de que ovo de chocolate é igual à barra de chocolate. Papinho...
Feriados da Páscoa sempre são interessantes e cheios de acontecimentos, sejam eles bons ou ruins. Eu, com minha memória de elefante, consigo afirmar que das 4 últimas Páscoas (sendo essa a quarta), acontecimentos bons e ruins se alternaram. Claro que um acontecimento ruim não significa uma Páscoa ruim, e o mesmo acontece com o inverso.
Tratando-se dessa Páscoa, me encontrei pensando em muitas coisas... e uma delas foi a seguinte:
Não importa o que você faça. Desde que faça por você, que seja você e que não prejudique ninguém, ninguém terá o direito de julgar em momento algum, e você não deve se sentir mal caso isso aconteça.

sábado, 15 de março de 2008

"Todo o povo brasileiro - aquele abraaaço!"
Aaaaahbraço de tchau! Sabe brincar com as palavras, esse daí.
Nem pareço filha da geração "aquele abraço". Todos nós, nem parecemos... que vergonha.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Aplicando teorias.

Quando em dúvida sobre um novo endereço para um blog (por diversas razões, sendo uma delas o fato de mudar de endereço), me concentrei em dois nomes. Um naturalmente é esse, o escolhido, e o outro não vou citar aqui. Afinal, vai que chega o dia em que quero mudar de novo, aí então terei um outro nome na reserva. Ou se algum dia alguém precisar desesperadamente de um endereço para um blog, e me pagar por isso, aí então terei um outro nome da reserva.
Mas o ponto maior era: como me decidir?
Postei uma vez sobre uma teoria adaptada de uma palestra, que teoricamente (assim como todas as outras teorias) ajudava na tomada de decisões. A teoria "Por toda a eternidade". Ei-la: quando em dúvida sobre alguma coisa (qualquer que seja), pergunte a si mesmo qual escolha faria por toda a eternidade, e eis a resposta que procura.
No post em questão eu afirmei que a teoria nunca falhava, mas agora não tenho tanta certeza assim. Não sei se "veraode78" é um endereço que eu gostaria de ter pra minha vida toda, mas é o que tenho no momento. Afinal, se nem as escolhar profissionais, os amigos, os amores, se nem todos esses são por toda a eternidade (apesar de dizerem que os verdadeiros amigos, amores, e todo o mais quando é verdadeiro, perdura pela eternidade)... o que dizer de um simples endereço de um blog?

Bob Dylan - Oxford Town